sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Eu só quero é ser feliz!

DIA DA JUVENTUDE

Vamos ter mais um dia de paz em nossa vida. Quero contar a voces uma história que circulou na Internet, cujo autor é desconhecido. trata-se da história de dona Cacilda, uma senhora excepcional, que tem muito a nos ensinar. Dona Cacilda tem noventa e dois anos, miúda, e tão elegante que todos os dias, às oito da manhã, já está toda vestida, bem penteada e maquiada, apesar da pouca visão. Ela teve de se mudar para uma casa de repouso, pois o marido, com quem conviveu durante setenta anos, havia morrido fazia pouco tempo. Depois de esperar pacientemente, por duas horas, na sala de visitas do asilo, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao novo aposento, a atendente deu uma descrição do minúsculo quarto em que dona Cacilda ficaria, falando sobre as cortinas floridas que enfeitavam a janela "Ah, eu adoro essas cortinas...", ela interrompeu a atendente com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho. "Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... espera mais um pouco...", interpelou a atendente. "Isso não tem nada a ver", respondeu. "Felicidade é algo que você decide por princípio. Se vou gostar ou não do meu quarto não depende de como a mobília está arrumada., mas sim de como eu preparo minha expectativa. E eu já decidi que vou adorar. É uma decisão que tomo todos os dias quando acordo. Sabe, eu tenho duas escolhas: posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem... ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.

Cada dia é um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar não apenas o novo dia, mas também as lembranças alegres que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: você só retira daquilo que você guardou. Então, meu conselho para você é depositar um monte de alegrias e felicidades na sua conta de Lembranças. E, aliás, obrigada por este seu depósito no meu Banco de Lembranças. Como você vê, eu ainda continuo depositando".

"E qual seria uma receita para se manter jovem, dona Cacilda?, perguntou a moça.
"Bem eu poderia sugerir o seguinte:

1. Frequente de preferência seus amigos alegres. Os de baixo astral puxam você para baixo.
2. Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe o cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome do diabo é Alzheimer.
3. Curta coisas simples.
4. Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.
5. Lágrimas acontecem. Aguente, sofra e siga em frente. a única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. esteja vivo enquanto você viver.
6. Esteja sempre rodeado do que você gosta: pode ser família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby,o que for. O lar é o se refúgio.
7. Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.
8. Não faça viagens de remorsos. Viaje para o shopping, para a cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado.
9. Diga a todos a quem você ama, que você realmente os ama, em todas as oportunidades.

E LEMBRE-SE SEMPRE QUE:

10. A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego de tanto rir de surpresa, de êxtase, de felicidade...".

"CADA DIA É UM PRESENTE, E ENQUANTO MEUS OLHOS SE ABRIREM, VOU FOCALIZAR NÃO APENAS O NOVO DIA, MAS TAMBÉM AS LEMBRANÇAS ALEGRES QUE GUARDEI PARA ESTA ÉPOCA DA VIDA".

PAZ, HARMONIA, SAÚDE, FELICIDADE, SUCESSO, RIQUEZA, AMIZADE... TUDO ISSO PARA TODOS VOCÊS, NESSE PRÓXIMO ANO. FRATERNO ABRAÇO.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

BOAS FESTAS...


O NASCER PARA O ALÉM...


Há quem morra todos os dias.
Morre no orgulho, na ignorância, na fraqueza.
Morre um dia, mas nasce outro.
Morre a semente, mas nasce a flor.
Morre o homem para o mundo, mas nasce para Deus.

Assim, em toda morte, deve haver uma nova vida.
Esta é a esperança do ser humano que crê em Deus.
Triste é ver gente morrendo por antecipação...
De desgosto, de tristeza, de solidão.
Pessoas fumando, bebendo, acabando com a vida.
Essa gente empurrando a vida.
Gritando, perdendo-se.
Gente que vai morrendo um pouco, a cada dia que passa.

E a lembrança de nossos mortos, despertando, em nós, o desejo de abraçá-los outra vez.
Essa vontade de rasgar o infinito para descobri-los. De retroceder no tempo e segurar a vida. Ausência: - porque não há formas para se tocar.
Presença: - porque se pode sentir.
Essa lágrima cristalizada, distante e intocável.
Essa saudade machucando o coração.
Esse infinito rolando sobre a nossa pequenez. Esse céu azul e misterioso.
Ah! Aqueles que já partiram!
Aqueles que viveram entre nós.
Que encheram de sorrisos e de paz a nossa vida.
Foram para o além deixando este vazio inconsolável.
Que a gente, às vezes, disfarça para esquecer.
Deles guardamos até os mais simples gestos. Sentimos, quando mergulhados em oração, o
ruído de seus passos e o som de suas vozes.
A lembrança dos dias alegres.
Daquela mão nos amparando.
Daquela lágrima que vimos correr.
Da vontade de ficar quando era hora de partir. Essa vontade de rever novamente aquele rosto.
Esse arrependimento de não ter dado maiores alegrias.
Essa prece que diz tudo.
Esse soluço que morre na garganta...

E...
Há tanta gente morrendo a cada dia, sem partir. Esta saudade do tamanho do infinito caindo sobre nós.
Esta lembrança dos que já foram para a eternidade.
Meu Deus!
Que ausência tão cheia de presença!
Que morte tão cheia de esperança e de vida!

Um FELIZ NATAL e ANO NOVO com muitas realizações à todos voces!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

CORRETOR DA PERIFERIA, PROFISSÃO EM ALTA

Profissionais liberais ganham dinheiro vendendo imóveis para as classes C e D

30 de outubro de 2010 | 18h 09


SÃO PAULO - Formada em Administração e Direito, com três pós-graduações e passagens pelo Japão, Estados Unidos e Austrália, a empresária Solange Yamakawa teria condições de trabalhar como executiva de qualquer multinacional, quem sabe com escritório numa das regiões mais nobres da capital paulista. Mas é do outro lado da cidade, num bairro da periferia paulistana, que ela comanda uma equipe de 30 corretores de imóveis.

Na parede do prédio, um cartaz anuncia a contratação de mais profissionais, e sua equipe deve chegar a 100 no próximo ano. Com tino para o negócio, Solange quer aproveitar o boom imobiliário no segmento de baixa renda para inaugurar novos escritórios na região. Fez os planos com base em números concretos que estão movimentando toda a cadeia de imóveis em bairros afastados do centro e ainda com pouca infraestrutura.

A venda de unidades habitacionais para as classes C e D em algumas regiões periféricas de São Paulo cresceu até 200% entre 2007 (antes da crise) e este ano. Os dados são da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). No mesmo período analisado, de janeiro a agosto, bairros mais centrais, como Consolação e Santa Cecília, registraram queda de 15% na venda de lançamentos.

O mercado aquecido, impulsionado pelo aumento da renda da população e pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, levou para a periferia um fenômeno já visto em áreas nobres, em que profissionais qualificados migraram para a corretagem de imóveis não por necessidade, mas por ser um bom negócio. "Tem advogado, contador, administrador e até médico virando corretor na periferia", diz Reis Ferreira da Silva, delegado do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo, na zona leste.

A média salarial desses profissionais em bairros onde o foco é a habitação popular chega a R$ 8 mil mensais. Na corretagem há um ano e meio, Márcia Noda, de 32 anos, não se arrepende de ter deixado o cargo de chefia de recursos humanos numa empresa de segurança para vender casas e apartamentos em Itaquera. "Tenho clientes médicos e vi que o contracheque deles não chega nem perto do que consigo tirar no mês”, diz, envaidecida. A meta de Márcia é vender dois imóveis por semana, mas com frequência ela ultrapassa essa marca. Natural da zona leste de São Paulo e mãe de seis filhos, a corretora tem a seu favor a vantagem de conhecer bem a região e os anseios de quem mora ali. "Falamos a mesma língua." Márcia sabe que a nova classe média quer apartamento com piscina, salão de festa, playground e espaço gourmet.

As grandes construtoras também querem parecer familiares aos clientes das classes C e D. Por isso, em vez de transferirem suas equipes de lugar, investem em parcerias com imobiliárias locais ou no treinamento de corretores independentes.

A Rossi, que tem 50% de seu negócio focado no chamado segmento econômico, aposta nessas duas frentes. "O mecanismo de venda é diferente", explica Klaus Monteiro, diretor de vendas da empresa. "No Minha Casa, o negócio começa a partir da renda do cliente. Entender o programa é fundamental." A Rossi tem uma equipe de 700 vendedores no País e vagas abertas para a contratação de mais 200.

Experts em puxadinhos

Mas não é só de lançamentos imobiliários que vivem os corretores da periferia. Ao contrário. Mais de 80% dos contratos fechados nesses bairros, segundo o presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de São Paulo, José Augusto Viana, são de imóveis usados. E aí entra uma outra habilidade peculiar a esse profissional: ele tem de ser especialista em puxadinho – o que torna os contratos, em alguns casos, mais complexos do que os firmados em empreendimentos milionários.

Isso ocorre porque as famílias expandem suas casas sem comunicar e pedir autorização da administração municipal. "O contrato é feito em cima do direito de propriedade e não do direito ao imóvel em si, porque no papel ele não existe", diz Viana.

A profissionalização do mercado imobiliário em regiões de periferia foi tema de estudo do pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Alex Magalhães, no ano passado. Segundo ele, a compra e venda de barracos nas favelas fluminenses, onde vivem 1 milhão de pessoas, movimenta R$ 3 bilhões.

"Os contratos são feitos com testemunha, têm validade judicial e passam longe da informalidade." O boom imobiliário só esbarra no acesso ao crédito. Quando os imóveis estão irregulares, as famílias não podem contar nem com financiamento, nem com o FGTS para a compra.

Naiana Oscar, de O Estado de S. Paulo



Boa tarde à todos os leitores.


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mercedes Sosa e Maria Rita Alfonsina y el mar

OUTUBRO 14, 2010.wmv

JURI ABSOLVE MULHER POR MOORTE DE MENINA

Eduardo Velozo Fuccia



Acusada de matar e praticar maus tratos contra a afilhada de 2 anos de idade, Alba Cristina da Silva, de 37 anos, foi absolvida na tarde desta segunda-feira, no Fórum de Praia Grande. Presa preventivamente desde 19 de janeiro de 2006, ela se encontrava atualmente em uma ala isolada da Penitenciária Feminina de Tremembé, no Vale do Paraíba, porque a população carcerária não tolera crimes contra crianças. Trazida a Praia Grande por uma escolta da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), Alba chegou ao fórum pela manhã com a possibilidade de ser condenada a pena de reclusão variável de 12 a 30 anos.



Às 17h45, ao ouvir a sentença lida pelo juiz Alexandre Betini, que determinou a imediata expedição de seu alvará de soltura, a ré chorou e agradeceu aos seus advogados,
Sueli Maria Bezerra de Moraes e Luílson Joaquim da Silva Filho. Os defensores sustentaram que não havia no processo provas suficientes de que Alba matou a pequena Juliana da Silva, enfatizando aos jurados o risco de se condenar uma inocente. Inconformado com a decisão do conselho de sentença, formado por sete mulheres, das quais três são mães, o promotor Marcelo Rovere anunciou ainda em plenário que irá recorrer.


Segundo ele, Alba matou Juliana ao bater a cabeça da menina contra a parede do banheiro. Laudo necroscópico apontou traumatismo craniencefálico como a causa da morte. "O banheiro era a câmara de tortura. No banheiro, Alba bateu a cabeça de Juliana na parede", destacou o representante do Ministério Público (MP). A retórica, porém, não surtiu o efeito desejado pelo promotor, porque as juradas acolheram a tese dos advogados.


Confissão


Embora tenha negado o homicídio qualificado como cruel, Alba admitiu o crime de maus tratos, evidenciado pelas marcas de lesões e cicatrizes antigas e recentes no corpo da vítima. Porém, como tal delito é considerado infração de menor potencial ofensivo e houve absolvição no homicídio, a competência para julgá-lo voltou a ser do Juizado Especial Criminal (Jecrim), conforme observou o juiz Betini.




Ainda que futura e eventualmente Alba venha a ser condenada pelos maus tratos, o tempo que permaneceu presa preventivamente já superou a pena máxima desse crime, que é de 1 ano de detenção. Além de Juliana, a irmã ­ que à época tinha 6 anos ­ também sofreu maus tratos. Alba praticou a violência prevalendo-se da autoridade que tinha sobre elas e sob o pretexto de aplicar corretivo disciplinar.

Ré no mesmo processo, Vilma da Silva, de 32 anos, é a mãe de Juliana e também será submetida a julgamento popular, mas a data do júri ainda não está definida. Atualmente, ela se encontra em liberdade. A menina foi morta no apartamento onde morava com a mãe, na Vila Tupi, em Praia Grande, em 29 de dezembro de 2005. No momento do crime, Vilma não estava no imóvel. Ela chegou posteriormente ao apartamento e levou a filha ao pronto-socorro, onde contou que a criança sofreu uma queda no banheiro.


No entanto, devido aos aparentes sinais de violência, posteriormente confirmada pelo laudo do Instituto Médico-Legal (IML), Vilma foi autuada em flagrante por homicídio. Dias depois, na cadeia, ela acusou Alba de praticar os maus tratos e de bater a cabeça de Juliana contra a parede, matando-a. Por causa dessa revelação, a madrinha da menina teve a preventiva decretada. O MP também denunciou Vilma pelo homicídio porque, segundo o Código Penal, a pessoa que se omite, quando podia e deveria agir para evitar o resultado, também responde pelo delito. A mãe de Juliana permaneceu presa até 6 de fevereiro do ano passado.


Nesta data, o seu advogado, Alex Ochsendorf, obteve a liberdade da cliente por meio de habeas corpus e conseguiu que o processo fosse desmembrado. O defensor sustentou que Vilma não poderia ser prejudicada pela demora do processo, principalmente porque não estava dando causa a essa morosidade. Por exemplo, quando a Justiça de Praia Grande determinou que as duas acusadas deveriam ser submetidas a júri, apenas os advogados de Alba recorreram na tentativa de evitar o julgamento.


A TRIBUNA - 26OUTUBRO2010

Ele não é de falar muito e com qualquer um; expressão séria, de pouco sorriso, quem não conhece tem a impressão de que seja uma pessoa mal humorada. Ao contrário do que muitos pensam, fala sim e somente no bem, suas palavras são amorosas, falando com gentileza e esperança, construindo a vida com palavras positivas.
Estou falando do Doutor Luilço Joaquim da Silva Filho, eminente jurisconsulto criminalista, que vem se destacando no meio forense da Orla da Mata Atlântica, ao lado de sua genitora (também criminalista, a Doutora Sueli Maria Bezerra de Moraes) com excelente trabalho desenvolvido junto ao Tribunal do Juri de nossa cidade.
Parabéns ao mais ilustre representante dos SENIOR's DO BARULHO, pelo excelente trabalho.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

COM EMIRADO EM BAIXA, BRASIL ENTRA NA MIRA DOS CORRETORES

O mundo das finanças dá muitas voltas. Até dois anos atrás, Cecília Reinaldo fazia sucesso vendendo imóveis para investidores brasileiros no superaquecido mercado de Dubai.
Nesta semana, no estande de sua corretora na Cityscape - a feira imobiliária anual que se realiza em Dubai -, os maiores destaques eram projetos em Chipre (Oriente Médio) e no Brasil.
"O movimento se inverteu", diz a carioca de 30 anos, diretora da corretora Fine and Country em Dubai.
No auge do boom imobiliário, ela chegou a vender R$ 50 milhões em empreendimentos para brasileiros no país do golfo Pérsico. "Vendemos andares inteiros para alguns investidores'.
Com o estouro da bolha imobiliária em Dubai, a corretora da qual Cecília é sócia decidiu abrir uma divisão internacional para oferecer a clientes no Oriente Médio oportunidades de investimentos imobiliários em novos mercados, como Panamá e Chipre.
O Brasil entrou no portifólio há três meses, com a oferta de apartamentos na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro.
Com preços a partir de R$ 230 mil, foram vendidas 20 unidades, segundo Cecília.

(FOLHA DE SÃO PAULO, 17OUTUBRO2010 - MERCADO)

Atualmente não creio que tenha outra profissão a não ser a de Técnico em Transações Imobiliárias (claro que na minha ótica) que nos possa dar prazer no trabalho e ter uma excelente renda em pouquíssimo tempo, como vemos nesse belíssimo exemplo da Corretora de Imóveis Cecília Reinaldo e que podemos sim, fazer carreira internacional exercendo-a.
E o que os deixa mais contentes ainda, é perceber que a mulher brasileira,está mostrando para o mundo, o que elas tem na cabeça.








quarta-feira, 13 de outubro de 2010

AOS CINÉFILOS DE PLANTÃO

Nosso Lar (O Filme)
:: Acid ::

Dia 3 de setembro estreou o primeiro blockbuster espírita brasileiro: Nosso Lar. Baseado no livro mais famoso psicografado por Chico Xavier, traz a história de André Luiz, médico que desencarnou por suicício involuntário (muita bebida) e foi parar no umbral. Primeiramente, no que poderíamos chamar de "vale dos suicidas", um inferninho sem direito a música ou diversão. Depois, na cidade espiritual de "Nosso Lar" (ainda localizada no umbral), onde tudo é novo e, ao mesmo tempo, não muito diferente de nossa vida aqui na Terra. O livro traz uma história fascinante, e acabou se tornando leitura obrigatória e introdutória pra quem está querendo saber mais sobre a doutrina espírita.

Inspirados pelo sucesso dos filmes Bezerra de Menezes (produção atesanal, que impressionou nas bilheterias) e Chico Xavier (produção global, que virou recorde de público), resolveu-se fazer uma produção ambiciosa para os padrões do cinema brasileiro, tanto que o filme foi terminado (efeitos visuais e pós-produção) no Canadá, além de contar com a direção de fotografia de Ueli Steiger (O dia depois de amanhã, 10.000 A.C.) e a trilha sonora de Philip Glass (O Show de Truman, Kundun). Isso porque, se der certo no Brasil, a Fox vai espalhar esse filme pro mundo todo, em busca de um filão romântico/espiritualista (que foi explorado primeiramente com Amor Além da Vida e que provavelmente não deu o dinheiro que eles esperavam). Nosso Lar é a grande aposta da Fox, e o público espírita ou simpatizante deve corresponder a esta expectativa SE quiser ver os outros livros de Chico Xavier serem transpostos para as telonas (e eu adoraria ver "Libertação" virar filme). Para a Fox, que distribui o filme, o que interessa é a BILHETERIA DA PRIMEIRA SEMANA. É assim que eles negociam com os cinemas quanto tempo um filme vai ficar em cartaz, em quantas salas, etc.. Então se você é espírita e entusiasta da causa, lote os cinemas nesse final de semana, leve sua avó, seu cachorro... Não deixe pra ver o piratão pois senão não vai ter mais filme espírita pelos próximos 10 anos. Agora, se o filme for ruim, aí não tem o que fazer, né? Mas o trailer parece ser legal:



Muita gente vai achar semelhanças visuais e narrativas com as novela "A viagem" e "Escrito nas estrelas", mas a inspiração pra essas novelas foi que veio do livro. "Nosso Lar" foi pioneiro em nos apresentar uma cidade espiritual, algo que não fazíamos idéia de que existia (e Chico Xavier foi muito criticado por isso pelos próprios espíritas, que o consideraram na época obsediado ou embusteiro), com um sistema de organização praticamente igual ao da Terra, com governantes, ministérios, "bairros" e ruas.


É interessante notar que o formato da cidade, tanto no livro como no filme, é o de uma estrela de seis pontas (Escudo de David), que é um símbolo de proteção contra o mal. Interessante porque a cidade fica localizada no umbral, em "terreno inimigo", e por isso mesmo sofre ataques dos espíritos trevosos (daí as muralhas e outras proteções magnéticas).

O livro trouxe também luz sobre como os espíritos se alimentam, os vários planos de existência, e um conceito radicalmente novo: a projeção astral de um espírito pra um plano superior, após ele dormir no seu plano de origem. Com o tempo o próprio personagem principal, André Luiz, foi nos trazendo nos livros subsequentes, psicografados por Chico Xavier, mais informações sobre a "fisiologia espiritual" - por assim dizer - e sua relação com o corpo terrestre.

No filme retratam o hospital de "Nosso Lar" como uma sala onde as pessoas trazidas do lado ruim do umbral são tratadas com LUZ verde. É interessante constatar que na cromoterapia a cor verde é usada como desinfetante e cicatrizante, justo o que eles necessitam. Esse cenário foi palco de uma história de bastidores interessante, que é contada nas notas de produção do Facebook oficial do filme:

CENÁRIO OU REALIDADE?

Um caso interessante que envolveu a produção do filme diz respeito ao cenário do Hospital do Ministério da Regeneração. Escolhido para ser produzido no foyer de um prédio que, entre outras coisas, permitia livre movimentação de pessoas, penetração de luz natural necessária, além de apresentar o aspecto fluídico em sua arquitetura (em sintonia com a parte exterior), o cenário foi um dos primeiros a ser montado e usado. Terminadas as cenas, desmontadas as macas, os painéis e todos os adereços, descobrimos que, por problemas técnicos, precisaríamos refilmar todas as cenas. "Sem problemas", disse prontamente a diretora de arte Lia Renha. Rapidamente, ela e o cenógrafo Marcus Ranzani produziram o mesmo cenário nos estúdios aonde o filme estava sendo rodado - zona oeste do Rio de Janeiro.


Logo, pilastras, paredes e macas estavam prontas. Porém, com o ritmo das filmagens indo bem, a produção não conseguia voltar àquela locação. Os dias foram passando, as semanas. Para a direção, aquele já estava virando um "assunto de ordem imediata", porque a cena ia sendo postergada a cada semana de filmagens cumpridas.

Até que finalmente rolou. Dois dias inteiros e as cenas protagonizadas por Renato Prieto, Clemente Viscaíno, Fernando Alves Pinto e a participação de Aramis Trindade ficaram prontas. Logo, o diretor Wagner de Assis comemorou. "Finalmente terminamos essa locação!"
Mas foi o único. Ao ver a reação fria da equipe, descobriu-se o mistério que estranhamente mantinha aquele cenário pronto ao longo de tantos dias.

Segundo os integrantes da produção, ali estava um "local para todo mundo se revigorar". Explicaram que durante todas as semanas em que o cenário ficou pronto, e não usado, os profissionais que estavam buscando algum tipo de "descanso", de "renovação de energias", começaram a deitar nas macas cenográficas buscando algum alívio. E, eis o mistério, começaram a perceber sinais positivos e melhorar!


Logo, um que passava mal deitou lá e melhorou. Outro que estava com dores nas costas, também fugiu para o "hospital" e... melhorou. Teve quem estivesse com problemas "em casa" e foi deitar lá para "espairecer". Dores de cabeça sumiram. Preguiça. Cisco no olho. Siesta. Descobriu-se, então, que o cenário estava servindo à produção muito além de suas funções artísticas, mas sim como um verdadeiro "repositório de forças" para todos os que lá estiveram. Para muitos, fato normal em função do tema do filme. Mas há quem diga que tudo não passava "de imaginação das pessoas".

sábado, 9 de outubro de 2010

É... COISA DE SENIOR's....wmv

Início COLAÇÃO... I.AVI

MARACATU - Bloco de Pedra OLERUE

HISTÓRIA DE UMA VENCEDORA 2

FERNANDO & THALITA

CONDOMÍNIO PODE FIXAR JUROS SUPERIORES AOS DO CÓDIGO CIVIL

Para a ministra Nancy Andrighi, relatora do processo, a tese apresentada pelo condomínio é legítima. Segundo informações contidas nos autos, a convenção acordada em assembleia estabeleceu juros moratórios de 0,3% ao dia, após o trigésimo dia de vencimento, e multa de 2%, em caso de inadimplemento de taxas condominiais.

A despeito disso, o acórdão recorrido concluiu que, na vigência do Código Civil/02, devem ser aplicados os juros previstos no artigo 1.336. Todavia, infere-se da leitura do referido artigo que devem ser aplicados os juros moratórios expressamente convencionados, ainda que superiores a 1% ao mês; e apenas quando não há essa previsão, deve-se limitar os juros de mora a 1% ao mês, afirmou a relatora.

Desse modo, a ministra entendeu que, mesmo após a entrada em vigor do CC/02, é legal fixar, na convenção de condomínio, juros moratórios acima de 1% ao mês, para os casos de inadimplemento das taxas condominiais. A posição da relatora foi acompanhada pelos demais ministros. (REsp nº 1002525 com informações do STJ).

STJ DECIDE QUE CONDOMÍNIOS PODEM COBRAR JUROS SUPERIORES A 1% DOS INADIMPLENTES

Extraído de: Última Instância - 07 de Outubro de 2010

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que os condomínios poderão cobrar juros acima de 1% ao mês sobre dívidas de taxas condominiais, bastando que a cobrança seja aprovada na convenção de condomínio.

A decisão foi tomada pela Terceira Turma do STJ, que julgou uma ação do Condomínio Jardim Botânico VI, em Brasília, contra um condômino que não pagou as taxas referentes ao período de abril a novembro de 2001.

A relatora do processo, ministra Nancy Andrighi, concluiu que o condomínio pode decidir o valor dos juros moratórios em assembleia, mesmo após o Código Civil de 2002 ter entrado em vigor. O código prevê o limite de 1% ao mês para juros moratórios no caso de inadimplência das taxas condominiais.

Autor: Agência Brasil

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

ALTERAÇÃO NO CÓDIGO CIVIL, IMPÕE MAIS RESPONSABILIDADE AO CORRETOR

Alteração do artigo 723 do Novo Código Civil

No último dia 19, a Presidência da República sancionou a lei nº 12.236, que altera o artigo 723 do Novo Código Civil, adequando-o às exigências da Lei Complementar nº 95, de 25 de fevereiro de 1998.


Com isso, uma pequena mudança na redação aumentou sobremaneira a responsabilidade do corretor de imóveis pelos negócios que intermediar de agora em diante. Anteriormente, o art. 723 abria brechas para a possibilidade de o profissional se eximir de assumir prejuízos ou danos por eventuais transações malsucedidas, visto que o texto o obrigava, simplesmente, a "prestar ao cliente todos os esclarecimentos que estiverem ao seu alcance" sobre a negociação.


Por outro lado, a nova lei introduz agora a responsabilidade total ao intermediador, ao assegurar que o mesmo tem o dever de prestar ao cliente todas as informações acerca dos riscos que o negócio possa oferecer.


Para o presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto, essa é uma questão de suma importância para o mercado imobiliário. "Constantemente, recebemos denúncias de profissionais que, infelizmente, não honraram seus compromissos e não cumpriram com os preceitos do Código de Ética de nossa profissão, omitindo informações a seus clientes ou não alertando sobre possíveis riscos futuros com a compra ou venda de um imóvel. A nova lei pacifica o assunto, à medida que estabelece que o corretor é o principal agente na finalização do negócio."


Viana comentou, ainda, que a alteração no Código Civil é um avanço importante na legislação. "A atividade da corretagem ganha mais valorização e importância, devendo ser encarada pela sociedade como algo necessário para garantir segurança às transações imobiliárias."
Com o novo texto, o artigo 723 passa a vigorar com a seguinte redação:


"Art. 723. O corretor é obrigado a executar a mediação com a diligência e prudência, e a prestar ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento do negócio.


Parágrafo único. Sob pena de responder por perdas e danos, o corretor prestará ao cliente todos os esclarecimentos acerca da segurança ou do risco do negócio, das alterações de valores e de outros fatores que possam influir nos resultados da incumbência."

DIREITO E LEGISLAÇÃO

08/10/2010 - 07h54
DECISÃO
Existência de bens comuns é pressuposto para a configuração de sociedade de fato
A inexistência da prova de patrimônio adquirido pelo esforço comum é circunstância suficiente para afastar a configuração de sociedade de fato, porque é pressuposto para seu reconhecimento. A conclusão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O processo teve início com ação de reconhecimento de sociedade de fato proposta por concubina contra a esposa legítima, após a morte de deputado estadual da Paraíba, com quem manteria relacionamento amoroso concomitante ao casamento. Ela afirma que era funcionária da Assembleia Legislativa quando o caso começou, em 1973, tendo nascido dois filhos da relação.

Na ação, a concubina pediu que fosse reconhecida a sociedade de fato mantida por 31 anos com o deputado, pois ela e os filhos viviam sob sua dependência econômica e afetiva, durante o relacionamento que durou até a morte do parlamentar, em 2004. Ele foi casado desde 1962 até morrer e também tinha dois filhos com a esposa.

Ao contestar a ação, a defesa da viúva alegou, em preliminar, a impossibilidade jurídica do pedido, pois o marido jamais deixou o lar conjugal ao longo dos 42 anos do casamento. Afirmou que cuidou do marido em sua enfermidade anterior à morte violenta, em longa peregrinação médica. Por fim, rebateu a existência tanto de concubinato quanto de união estável.

A sentença julgou improcedente o pedido. Segundo o juiz, não houve prova da contribuição do esforço comum para a aquisição de bens que pudessem constituir um patrimônio. Ao julgar apelação, no entanto, o Tribunal de Justiça da Paraíba declarou a existência da sociedade de fato. O tribunal estadual entendeu ser desnecessária a comprovação do patrimônio adquirido pelo esforço comum quando não se está pedindo a dissolução judicial da sociedade de fato, mas apenas a sua declaração, como no caso.

A viúva recorreu, então, ao STJ. Por maioria, a Turma reformou a decisão. Segundo a ministra Nancy Andrighi, relatora para o acórdão, embora a concubina tivesse mantido relacionamento com o falecido, não fez prova alguma da existência de bens eventualmente acumulados ao longo do concubinato.

A relatora considerou que a “simples convivência sob a roupagem de concubinato não confere direito ao reconhecimento de sociedade de fato, que somente emerge diante da efetiva comprovação de esforço mútuo despendido pelos concubinos para a formação de patrimônio comum. Isso porque a existência de sociedade de fato pressupõe, necessariamente, a aquisição de bens ao longo do relacionamento, para que se possa ter por caracterizado o patrimônio comum”.

Em seu voto, a ministra afirmou, ainda, que, de um homem na posição ostentada pelo deputado no cenário social e econômico, espera-se sagacidade e plena consciência de seus atos. Segundo a ministra, se ele pretendesse extrair efeitos jurídicos, notadamente de cunho patrimonial, em relação à sua então concubina, promoveria em vida atos que demonstrassem sua intenção de com ela permanecer na posse do estado de casados, afastando-se, dessa forma, do lar conjugal. “Se não o fez, não o fará, em seu lugar, o Poder Judiciário, contra a vontade do próprio falecido”, concluiu Nancy Andrighi.

SENIOR's DO BARULHO, REGISTRAM ANIVERSÁRIO DE ELENA, VALDO & HELIO.wmv

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

SENIOR's DO BARULHO SE ENVOLVEM COM A ARQUITETURA.wmv

ETECPG E O ROTARY CLUB

Mulher sozinha, virtude ou problema?

Mulher sozinha, virtude ou problema?

SENIOR's DO BARULHO, chegam com honras ao planalto...

Alunos da ETEC visitam o CRECISP

Joice Holzel
Futuros corretores atentos às palestras

Alunos que acompanham o curso de Técnico em Serviços Imobiliários da ETEC de Praia Grande visitaram o CRECISP, na última sexta-feira, para conhecer melhor a entidade e os trabalhos por ela desenvolvidos. Cerca de 50 futuros corretores participaram do evento, assistindo a palestras sobre as rotinas da secretaria, da fiscalização e do Departamento de Ética. Os alunos estiveram acompanhados pelos professores Rafael Bortone Junior e Nilton Almeida, que ministram as disciplinas de Operações Imobiliárias e Marketing, respectivamente. Segundo Bortone, a oportunidade é muito significativa para que esses profissionais que estão saindo para o mercado "tenham uma nova visão da profissão, sempre focando a ética em seu trabalho". Almeida também acredita que, com essa extensa gama de conhecimentos que vem recebendo, os alunos "terão sempre as portas abertas no segmento". O presidente do CRECISP, José Augusto Viana Neto, falou com orgulho da profissão aos futuros corretores. "Não considero que sejamos uma peça na engrenagem, mas sim o lubrificante na máquina produtiva do mercado imobiliário. E embora tenhamos uma função discreta, sabemos que, sem óleo, não há máquina que funcione. O corretor evita o atrito entre as engrenagens."